domingo, maio 23

Something Stupid... (DEVOTCHKA Version)

I know I stand in line until you think
you have the time to spend an evening with me
And if we go someplace to dance
I know that there’s a chance you wont be leaving with me
And afterwards we drop into a quiet little place
To have a drink or two..
And then I go And spoil it all by saying
Something stupid Like I love you

I see it in your eyes that you despise
the same old lines you heard the night before…
And though Its just a line to you to me its true
and never felt so right before
I will practice everyday to find some clever words
to say to make the meaning come true..
And then I think I’ll wait until the evening gets late
and I’m alone with you
The time is right your perfume fills my head
the stars get red and on the nights so blue..
And then I go and spoil it all by saying
Something stupid like I love You

Repeat second verse..

trailing out with…
I love you, I love you, I love you…

National Geographic

Regresso a Casa...

Há uma coisa engraçada em regressar a casa... Tudo está igual, o cheiro é o mesmo, os amigos são os mesmos, o sítios são os mesmos... a única coisa que mudou fui eu mesmo...

terça-feira, maio 18

Ai vou eu...

Ainda que pareça estranho, os últimos dias estão a ser bastante agradáveis. Vou ter saudades do melhor património que encontrei em Angola: as pessoas. A simplicidade e humildade que carregam é algo que me fez crescer como pessoa e que nunca mais irei esquecer.
Agora saio com o mesmo espírito que quando entrei; carregado de esperança...

A vida tem destas coisas e é mesmo assim que acontece a pessoas como eu. O meu maior erro de sempre foi acreditar que a vida é imutável, que, quando escolhi entrar neste carril, tinha de o seguir até ao fim. Não tenho essa obrigação. O que tenho é de seguir aquilo que acredito me fazer feliz. Tenho pena da oportunidade que deixo, mas acredito que o destino tem muito mais imaginação do que eu... Sempre que achei que a minha vida estava num beco sem saída, quando atingi o cúmulo do desespero, com a velocidade de uma rajada de vento tudo mudou, tudo se transformou, e de um momento para o outro dei por mim a viver uma nova vida. A vida é mesmo assim e por mais que me custe eu tenho de aceitar. É claro que fico triste, porque vejo uma vida desperdiçada, uma vida em que o caminho do amor não teve tempo para se cumprir.

Neste momento vou descansar, a primeira revolução a fazer é dentro de mim próprio, a primeira e a mais importante. Lutar por uma ideia sem ter uma ideia de mim próprio é uma das coisas mais perigosas que posso fazer.

Tenho de ter calma e respirar com profundidade, sem deixar que nada me distraia. Vou esperar e voltar a esperar. Vou ficar quieto, em silêncio, só e apenas a ouvir o meu coração. Quando ele falar, eu vou a onde ele me levar...

segunda-feira, maio 17

fgkjlhdsfanjv9q33afhjkciorcjmmefjw,cka!!!!!!!!!

The Last Beat of My Heart (Lyrics)

In the sharp gust of love
My memory stirred
When time wreathed a rose
A garland of shame
Its thorn my only delight
War torn, afraid to speak
We dare to breathe

Majestic
Imperial
A bridge of sighs
Solitude sails
In a wave of forgiveness
On angels' wings

Reach out your hands
Don't turn your back
Don't walk away
How in the world
Can I wish for this?
Never to be torn apart
Close to you
'Til the last beat
Of my heart

At the close of day
The sunset cloaks
These words in shadowplay
Here and now, long and loud
My heart cries out
And the naked bone of an echo says
Don't walk away

Reach out your hands
I'm just a step away
How in the world
Can I wish for this?
Never to be torn apart
Close to you
'Til the last beat
Of my heart

How in the world
Can I wish for this?
Never to be torn apart
'Til the last beat
'Til the last fleeting beat
Of my heart

The Last Beat of My Heart

domingo, maio 16

Loucura de raiva de um louco a beira de voltar...

Desde logo estranhei o sorriso que o meu coração andava a sentir. Esta enorme esperança que tenho tido em ter de volta a Felicidade, hoje morreu. Para o seu lugar veio de novo a tristeza e com ela uma enorme vontade de desistir. Este é de momento o meu maior medo, desistir de ser feliz. De que valera continuar o caminho destinado, se já sei o que vou encontrar no destino.
É impressionante a forma como sinto a raiva dentro de mim. Não posso continuar a viver de esperanças, estarei assim a enganar o meu ego morto. Bem sei que não tenho essa opinião, mas neste momento de pouco vale. Há que saber ver quando as coisas terminaram, aceita-las e cair no mundo da tristeza e da raiva sozinho. É altura de mergulhar em mim e deixar seguir a vida dos outros. Olhar para dentro, para aquilo que está acontecer! É melhor ver o que está acontecer, da forma mais clara possível. É melhor sermos honestos e dizermos o que sentimos, mesmo que isso nos possa magoar. Agora é altura de fechar as portas e observar a minha própria tristeza. Não vale a pena que mais ninguém a testemunhe. Só eu é que não vi; Agora tenho de me fechar e deixar rebentar esta pólvora que carrego dentro de mim. Só irei voltar a ser feliz, quando o fogo acabar e só restaram as cinzas de mais uma historia com um final infeliz. Choro, grito, dou pontapés na porta, quero fazer algum a coisa e não posso!!! É talvez a missão mais difícil que já tive na minha vida, ter de desistir daquilo que acredito ser o certo! É esse o meu sentimento de profunda raiva.É doloroso saber o que nos faz feliz e ter de deixar de acreditar nisso... sinceramente, não acredito que possa superar isto. Ao menos sinto que tudo isto que se está a passar na minha vida, só me irá fazer uma pessoa mais forte e rodeado de quem mais me quer.

Que dor, que raiva que rancor!
Que odio a mim! Que vontade de partir!
De ir...

sexta-feira, maio 14

5 minutos de uma longa noite...

São as horas que são... pego no telefone, marco o número e desligo. Pego no telefone, marco o número e desligo. Pego no telefone, marco o número e desligo. Pego no número, desligo e marco o telefone, pego no número, desligo e marco o telefone, pego no número, desligo e marco o telefone. Mudo de canal e penso na Felicidade, na sua bondade e simplicidade. Qualquer que seja o meu movimento, vai sempre lembrar a Felicidade, é como uma imagem espiritual que jamais esquecerei. É demais este sofrimento, até agora andei como as ondas do mar, num vai e vem sem cessar. Chegou a altura de parar, pensar e... pego no telefone, marco o número e desligo. É altura de me fixar num só sitio e tentar atenuar a paixão que sinto pela Felicidade. Vou tentar dar um passo sem pensar nela, sem olhar para outras pessoas e comparar. Quanto mais comparo as pessoas com a Felicidade, mas sofro por saber que a perdi.
Agora vou, vou com fé que a Felicidade um dia vai bater a minha porta. Vou pegar no primeiro transporte que me aparecer eu vou procurar a Felicidade ideal. Vou apreender a ser o Pai que nunca fui, o homem que nunca fui e o filho que nunca fez... Vou acreditar nisto como uma fase, mas que depois do desespero e passada esta crise, tudo se irá converter numa dor aguda que a natureza emprega como método curativo. Sei que serei inteiramente feliz com a vida que irei levar, mas para isso tenho de voltar a juntar as peças do meu coração destroçado do fogoso amor que ainda dispenso em busca da Felicidade... Ai meu Deus, sejas lá tu quem fores... Será que também tenho de activar um Plano de Austeridade para que isto tudo passe?...

quinta-feira, maio 13

Felicidade...

Ok, é definitivo, voltei a ter uma recaída. Sem poder articular bem as palavras, pensativo, fecho-me no meu cubículo e penso em tudo mas sem nada de concreto. Andava enganado com uma esperança, mas o desenlace desta historia enche-me de indignação e tristeza. Cada vez vejo mais longe a Felicidade, aquela miúda com ar angelical que despertou a minha paixão e os meus ideais. Neste momento só sinto o como é dolorosa esta ferida no meu peito, como se uma bala me tivesse atravessado de uma lado a outro. Que doloroso está a ser isto tudo. Como é que eu não pensei antes nestas consequências! como vou eu agora superar esta dor?! Eu sei que não me posso queixar mais, pois quem se arroja as chamas sabe que pode sair queimado. Eu agora estou arder, mas apesar desta tempestade, tenho de continuar andar na rua meio desarvorado, sem ramos e folhas verdes para proteger o meu tronco. Oh! Felicidade, eras a faculdade criadora e artística que vivias em mim. Só me apetece correr como uma cavalo desenfreado, sem rumo ou destino. Oh! Felicidade, dá-me uma luz de saída e outra de entrada. Não me interessa o caminho, só preciso de forças para caminhar.

quarta-feira, maio 12

Albert Einstein

Intervalo para publicidade.

Se existir alguém neste mundo de fantoches, que tenha pachorra para ler mais um dos meus posts patéticos, aqui fica o site de um homem Sul Africano que está a atravessar África de uma ponta a outra, mas... não de avião! não de carro! não de barco! mas sim... numa incrível mota de 250cc! A graça disto tudo, é o porque da viagem. Muito resumido, o coitado do homem foi abandonado pela namorada com quem andou 4 anos. Homem feito, geólogo, emprego bom, casa boa, sentiu que tudo isso não valia nada sem ela por perto. Achou que a melhor maneira de esquecer isto tudo era abandonar o emprego e ir viajar de mota por África durante 11 meses. Bom, a ideia parece boa, eu gostei de falar com ele e ouvir algumas das historias que já marcaram esta sua nova etapa. Não posso negar que há três semanas pensava em fazer algo semelhante, e a três dias, e a três horas, e a... fui...

www.2wherever.com

I Cried Like A Silly Boy...

He wrote you letters,
And I couldn't care,
'Cause I know you didn't,
You know you didn't,
Still he ran those fingers through your hair,
and he kissed you,
When you let him.
Brazilian sea amazes me.

You wrote me letters
I didn't read.
I know I didn't,
You know I didn't,
Still I caressed you
sang you to sleep.
sometimes I told you you were beautiful.
Brazilian sea amazes me.

The day I left you,
Got on the bus.
I knew I'd see you,
You knew I'd see you,
Still you cried, and now I know why.
ain't it too bad?
I loved you so much
Brazilian sea amazes me

Love is...

Bom, há teorias de todos os tipos. Há até quem diga que um grande amor se esquece com outro amor. Bem sei que assim têm feito as pessoas que me rodeiam. Eu cá ainda estou aprender a esquecer... de todos os conselhos que já recebi, não há um que me faça passar ao lado do que sinto. Para já a melhor forma que encontro é estar ocupado, nem que seja a escrever coisas estúpidas como esta no meu blog. Uma coisa é certa, para esquecer é preciso deixar de estar em contacto com a pessoa em questão. Deixar de ver fotos, de ler emails ou mensagens antigas e pensar que se ela me deixou por outro então é porque te deixou, tão simples quanto isso. Dizem que o tempo, o mesmo tempo que envelhece as faces e os cabelos, fará esquecer tudo. Eu tenho as minhas duvidas e acredito que pode acontecer nunca mais esquecer, mas neste momento vivo bem com isso. Gosto de viver a memória viva de um passado morto. Prefiro morrer a saber que amei alguém, do que a passar a vida a tentar ser amado. Houve quem humildemente me dissesse para eu nunca estar sozinho e estar perto de alguém próximo a mim. Também tentei, mas quem mais próximo está de mim sou eu. Sinto-me bem comigo, mesmo quando as memórias de um passado fazem erupcionar lagrimas dos meus, de momento, triste olhos. É verdade que tenho de continuar andar em frente, mas não é menos verdade que posso viver bem com as memórias passadas. Aquilo que hoje em dia percebo é que o que procuro é energia e harmonia. Andei muito tempo enganado achar que tinha de encontrar a beleza da vida, a minha vida é neste momento um jogo de forças magnéticas, onde não há lugar para a beleza. Aprendi também neste último mês de sofrimento, que amar não é suficiente para merecer uma pessoa, a que ter respeito e compreensão acima de tudo. O amor platónico não pode servir de justificação para tudo. Enfim... talvez nunca chegue a perceber o que é o amor, mas se algum dia o perceber, será por causa de mim...

terça-feira, maio 11

Dia de Hoje...

Hoje aconteceu algo de invulgar. Levantai-me à mesma hora que me deitei, bastante tarde quero eu dizer. A Yola estava a tentar abrir a porta do meu quarto para me avisar que me tinham furado os pneus do carro. Olhei com meio olho aberto e perguntei que horas eram. Ela respondeu que eram 9:30 da manhã. Ao ouvir que já passava das 9h, apressei-me a vestir. Verdade seja dita, da forma que acordei hoje, se não fosse a minha empregada nem teria saído do quarto. Aproveitei o facto e sai de casa. Dois dos pneus estavam de facto sem ar, mas não estavam furados. Apenas um furo lento que já me segue desde o meu terceiro mês de Angola. Usei o meu pequeno compressor para encher os pneus, algo que já tenho muita pratica. Sempre que pego no compressor tenho vontade de o enfiar pela boca a dentro e dar uma bombada de ar ao meu coração. Já estive bem perto de o tentar para ver o que dava, mas algo superior não me permitiu tomar essa atitude. O que me levou a sair de casa foi o de sempre; a esperança de que é hoje que os meus clientes ganham vergonha na cara e me pagam o que devem. Vim para aqui como Director Geral de uma agencia publicidade, mas o trabalho que me deixa mais activo é o de Cobrador de Fraque. A serio, isto é de doidos. É preciso andar atrás do meus clientes a pedir que me paguem o trabalho que eles me mandaram fazer. Enfim... Este foi o principio de mais um dos meus dias... até já...

segunda-feira, maio 10

Angola de hoje...

Estes últimos dias tenho pensado bastante sobre tudo. Bem sei que tudo é demasiado vago para se pensar, mas em Angola tudo é possível. Nesta altura olho de outra forma para este pais do que quando cá cheguei. Mal seria se assim não fosse. O problema está que, a forma como vejo o pais hoje, é pior do que a impressão que tinha quando cheguei. Digo por experiencia própria, que Angola está pior. Ora vejamos, a antiga Sá da Bandeira, hoje conhecida por Lubango.
Hoje há mais buracos no Lubango do que quando cá cheguei.
Hoje, há mais caixotes do lixo, porém menos ruas limpas.
Hoje existem edifícios mais altos, porém temperamentos pequenos e pontos de vista mais estreitos.
Hoje há casas maiores, porém famílias menores.
Hoje, há mais conhecimentos, porém menos discernimento.
Hoje, há mais médicos e remédios, porém menos saúde.
Hoje, os políticos multiplicarão os bens materiais, no entanto reduziram os valores humanos. (Isto já acontecia antes...)
Hoje, onde vais tu parar Angola? Eu cá não estarei para ver, mas tenho duvidas do que significa desenvolvimento para as pessoas que mandam neste pais.
Neste momento, todos querem chegar à Lua, porém todos têm problemas para atravessar a rua e ajudar o vizinho.
Sim, há paz e mais liberdade, porém menos alegrias....
Quando é que se deixam de construir prédios grandes e tratam dos lares desfeitos que a liberdade trouxe ao povo? A liberdade é para todos!
Por tudo isso, proponho que de hoje e para sempre...
Se pense na Angola de hoje e não na Angola que alguns querem para amanhã.

Às vezes...

Às vezes é preciso aprender a perder, a ouvir e não responder, a falar sem nada dizer, a esconder o que mais queremos mostrar, a dar sem receber, sem cobrar sem reclamar. Às vezes é preciso respirar fundo e esperar que o tempo nos indique o tempo certo pra falar e então alinhar as ideias, usar a cabeça e esquecer o coração, dizer tudo o que se tem a dizer, não ter medo de dizer não, não esquecer nenhuma ideia, nenhum pormenor, deixar tudo bem claro em cima da mesa para que não restem dúvidas e não duvidar nunca daquilo que estamos a fazer.

E mesmo que a voz trema por dentro, há que faze-la sair firme e serena, e mesmo que se oiça o coração bater desordenadamente fora do peito é preciso domá-lo, acalma-lo, ordenar-lhe que bata mais devagar e faça menos alarido, e esperar, esperar que ele obedeça à cabeça, que ele se esqueça, apagar-lhe a memória, o desejo, a saudade a vontade se entregar e se perder.

Às vezes, é preciso partir antes do tempo, dizer aquilo que mais se teme dizer, arrumar a casa e a cabeça, limpar a alma e prepará-la para um futuro incerto, acreditar que esse futuro é bom e afinal já está perto, apertar as mãos uma contra a outra e rezar a um Deus qualquer que nos dê força e serenidade, pensar que o tempo está a nosso favor, que a vontade de mudar é sempre mais forte, que o destino e as circunstâncias se encarregarão de minimizar a nossa dor e de a transformar numa recordação ténue e fechada num passado sem retorno, que teve o seu tempo e sua época e que um dia também teve o seu fim.

Às vezes, mais vale desistir do que insistir, esquecer do que querer, arrumar do que cultivar, anular do que desejar. No ar ficará pra sempre a dúvida se fizemos bem, mas pelo menos tempo a paz de ter feito aquilo que devia ser, somos outra vez donos da nossa vida e tudo é outra vez mais fácil, mais simples, mais leve melhor.

Às vezes, é preciso mudar o que parece não ter solução, deitar tudo a baixo e voltar a construir do zero, bater com a porta e apanhar o último comboio no derradeiro momento e sem olhar pra trás, abrir a janela e atirar tudo borda fora, queimar cartas e fotografias, esquecer a voz e cheiro, as mãos e a cor da pele, apagar a memória sem medo de ficar sem memória, esquecer tudo, cada momento, cada minuto, cada passo e cada palavra, cada promessa e cada desilusão, atirar com tudo para dentro de uma gaveta e deitar a chave fora, ou então pedir a alguém que guarde tudo num cofre e a seguir esqueça o segredo.

Às vezes, é preciso saber renunciar, não aceitar, não cooperar, não ouvir nem contemporizar, não pedir nem dar, não aceitar nem participar, sair pela porta da frente sem a fechar, pedir silêncio, paz e sossego , sem dor, sem tristeza e sem medo de partir. Partir para outro mundo, para outro lugar, mesmo quando o que mais queremos é ficar, permanecer, construir, investir, amar.

Porque quem parte é que sabe onde vai, quem escolhe o seu caminho, e mesmo que não haja caminho, porque o caminho faz-se a andar, o sol, o vento, o céu e o cheiro do mar são só nossos guias, a nossa companhia, a certeza de que fizemos bem e que não podia ter sido de outra maneira.

Quem fica, fica a ver, a pensar, a meditar, a lembrar. Até se conformar."

Nota: Obrigado ao Pedro, por me ter enviado este inspirador texto.

quinta-feira, maio 6

:)

Hoje acordei bem disposto sem ter de recorrer aos meus químicos. Ontem, enquanto andava na rua a passear que nem um tolo, recebi um telefonema simpático. Algumas palavras de conforto de uma pessoa importante ou, neste momento, talvez a mais importante.

terça-feira, maio 4

Fix you...

Existem musicas, existem sonhos e existem sonhos que vivem de musicas...

When you try your best, but you don't succeed,
When you get what you want, but not what you need,
When you feel so tired, but you can't sleep
Stuck in reverse
And the tears come streaming down your face
When you lose something you can't replace
When you love someone, but it goes to waste
Could it be worse?
Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try, to fix you
And high up above or down below
When you're too in love to let it go
But if you never try, you'll never know
Just what you're worth.
Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try, to fix you.
Tears stream down your face,
When you lose something you cannot replace
Tears stream down your face
And I...
Tears stream down your face
I promise you I will learn from my mistakes
Tears stream down your face
And I...
Lights will guide to home
And ignite your bones
And I will try to fix you

Sorry...

segunda-feira, maio 3

Mudanças de opinião...

Recentemente, entre a poeira de alguns dos meus pensamentos cheguei a uma conclusão. Não sou coerente e mudo muitas vezes de opinião. Tenho pensado que para a minha sanidade mental, talvez fosse melhor pensar sempre do mesmo modo. Mas não vale a pena, desta vez não posso querer ficar sentado sobre a mesma opinião. A continua transformação a que o mundo está sujeito, também existe no meu cérebro. Como posso eu querer ter a mesma opinião de há uma semana se o meu cérebro de hoje não é o mesmo de ontem? Ser coerente é uma doença, e são, alem de isso demonstrações de falta de educação, de falta de variedade. Tal como o meu chará diz, convicções profundas, só as têm seres superficiais. É preciso reconhecer quando erramos, mas também quando temos razão. Eu errei e a minha mente já mudou de opinião.

Longe da vista, perto do coração!!!

Nós últimos dias achei que já estava a recuperar do meu estado depressivo. Mas como já uma vez disse aqui neste blog, não vale a pena tentar fingir o meu estado de espírito. Tenho de admitir que estou mal... Tenho de aceitar esta minha dor que voltou de novo.
Eram seis da tarde de sexta e eu não aguentava mais ficar fechado em casa a pensar sobre o mesmo assunto. Resolvi caminhar a beira mar. Vento no rosto a olhar para o mar azul. De repente, não mais que de repente, o clima muda. Começa a chover. Estava com frio, mas não quis sair daquele momento profundo onde chorava compulsivamente. Possa apanhar uma gripe, mas para a gripe existe remédio, inúmeros, por sinal. Só não inventaram remédio para a recaída de um amor não correspondido. Seria fácil, muito fácil se existisse uma fórmula química prescrita por médicos para a tal da recaída.
Talvez a recaída seja a volta de um intervalo para um descanso emocional em que eu dou a mim próprio. Depois de tanta decepção, e de tantas lágrimas vou dar um tempo. Só que esqueceram de avisar ao meu pensamento para ele colaborar durante a madrugada, geralmente o horário que o eu que ta guardado procura o eu que quer esquecer.

Enfim... não quero mais falar... não tenho vontade de fazer nada!!! como vou eu agora recuperar a vontade de viver???